UMA MISSÃO ESTRATÉGICA DO PORTUGAL DEMOCRÁTICO Nos 40 anos do pedido de adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia

capa do livro 28 de Março de 2017 Ministério dos Negócios Estrangeiros – Biblioteca da Rainha

 A queda da ditadura, a 25 de Abril de 1974, veio colocar a Portugal múltiplos desafios. A par da definição da nova ordem a instituir, por determinar estava também a situação de Portugal no mundo, questão que ganha particular acuidade num momento em que se consumava o encerramento do seu ciclo imperial. Neste contexto, a opção europeia é provavelmente um dos maiores reptos do Portugal democrático. Superando a perspectiva puramente económica subjacente aos acordos de associação de 1972, a prioridade do I Governo Constitucional recaiu na adesão à CEE, uma aposta estratégica de elevado risco que o então Primeiro-Ministro, Mário Soares, e o seu Ministro dos Negócios Estrangeiros, José Medeiros Ferreira, protagonizaram.

Por ocasião dos 40 anos da apresentação formal do pedido de adesão de Portugal à CEE (28 de Março de 1977), o colóquio evocará aquela que foi uma das grandes operações diplomáticas da democracia portuguesa, juntando académicos e actores diplomáticos contemporâneos dos eventos. Num momento em que o projecto europeu se encontra novamente numa encruzilhada, esta será também uma ocasião para reflectir sobre um compromisso que continua a marcar de forma determinante os destinos do país.

Neste contexto, a opção europeia é provavelmente um dos maiores reptos do Portugal democrático. Superando a perspectiva puramente económica subjacente aos acordos de associação de 1972, a prioridade do I Governo Constitucional recaiu na adesão à CEE, uma aposta estratégica de elevado risco que o então Primeiro-Ministro, Mário Soares, e o seu Ministro dos Negócios Estrangeiros, José Medeiros Ferreira, protagonizaram.

Confirmação de presença para >conferencias.idi@mne.pt

Programa


 

Reações à criação da CEE; documentos de Arquivo

EUDiA (European Union Diplomatic Archives) apresentou a sua primeira publicação!

Dez Estados-Membros e as Instituições da União Europeia reuniram documentos dos seus Arquivos sobre as reações à criação da CEE em 1957-1958

Reactions to the creation of the European Economic Community (EEC) 1957-1958

 

 

Restauro de obras

capa do livro

A Associação dos Amigos do Arquivo Histórico-Diplomático patrocinou a recuperação de várias obras, nomeadamente do Fundo Antigo do MNE e da Biblioteca Franco Nogueira. As obras foram objeto de uma intervenção na capa e lombada.

imagem da mesa

 

 

 

 

Recuperação da Documentação do século XVIII e XIX pertencente ao Arquivo Histórico Diplomático



Responsável pelo projecto: Dra. Margarida Lages

Entidades participantes:
Associação dos Amigos do AHD
Instituto Diplomático
Salvarte


Apoio: Fundação Gulbenkian

Resumo

O projecto, apresentado pela Associação dos Amigos do Arquivo Histórico-Diplomático em parceria com o Instituto Diplomático foi aprovado pela Fundação Gulbenkian, no âmbito do concurso de Recuperação, Tratamento e Organização de Acervos Documentais. .
Os documentos que agora poderão ser restaurados são fontes únicas para não só para o estudo das encomendas artísticas de D. João V como também para a história da diplomacia portuguesa desse período. Do vasto espólio existente no Arquivo Histórico-Diplomático, destaca-se a correspondência de Francisco Mendes de Góis, agente da corte portuguesa em Paris no reinado de D. João V. Encarregado das encomendas régias, passaram por si algumas das encomendas mais importantes da época, nomeadamente aquelas que seriam integradas na Patriarcal, em Mafra e ainda a célebre encomenda de gravuras à Mariette ou a baixela Germain.

Siga o Desenvolvimento do projecto.